A Importância da Gratidão

No final do ano passado, ouvi matéria veiculada pela Rádio CBN, no módulo CBN Saúde e Bem-Estar, em que Tânia Morales conversa com Cristiane Segatto que reporta estudos realizados em algumas universidades norte-americanas constatando os benefícios à saúde proporcionados pela prática da gratidão.

Na ocasião, divulguei o link por e-mail para alguns amigos e amigas mais próximos, com um bilhetinho de agradecimento pela nossa amizade.

Neste início de ano, época de balanços sobre os acontecimentos do ano passado e renovação de laços de relacionamento e amizade com nossos familiares e amigos, que tal divulgar esta notícia acompanhada pelo envio de um abraço apertado?

Ouçam o podcast em: CBN Saúde e Bem-Estar: Os benefícios da gratidão à saúde física e mental

Já solicitei informações sobre os trabalhos de referência e pretendo divulgá-los também, quando tomar conhecimento das informações complementares.

Independentemente dos resultados dessas novas pesquisas, essa é uma crença que adotei há muito tempo e tenho compartilhado com os participantes de Oficinas, Cursos, Palestras e com os leitores dos meus artigos e posts divulgados pela Internet, especialmente quando abordo o tema do Feedback Positivo.

E mesmo quando é saudável e necessário expressar desagrado, no caso do Feedback Construtivo, o Método do Hambúrguer sugere encapsular a crítica entre dois comentários positivos. Vejam algumas ideias a respeito em:

Garrafa 284 – Falar ou calar

Sou grato, antecipadamente, àqueles que, encontrando algo de interessante nessa notícia, a compartilhem com seus amigos e familiares.

Que, a partir de 2013, os seus corações possam estrar sempre preenchidos com o sentimento, as palavras e uma atitude de gratidão pelo dom da vida e pelo estabelecimento de relacionamentos saudáveis.

Eduardo Leal
Foto de autor desconhecido

Gratidão

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O Mundo não acabou!

O mês de dezembro, como sempre ocorre, nos traz a noção de fim de ciclo, de fim de ano. O ano de 2012, porém, iniciou sob o peso terrível de poder trazer, também, o fim do mundo. Tudo isso de acordo com profecias derivadas de diversas interpretações do antigo calendário Maia, que indicaria o dia 21 de dezembro de 2012, uma sexta-feira, como a data do fim dos tempos.

Não perdi uma noite de sono sequer, preocupado com esse possível evento, mas muita gente o fez. E foram muitos os que se preocuparam. E não foram poucos, também, os que se aproveitaram dessa oportunidade para ganhar dinheiro com o medo e a credulidade alheia. Jornais, revistas, emissoras de radio, blogs e sites especializados tiveram incremento no seu número de leitores, ouvintes e acessos, por conta desse tema. A construção de “abrigos” e a venda de “kits de sobrevivência” para os remanescentes em um mundo pós-catástrofe, também incrementou os resultados de algumas empresas e empreendedores com boa visão de negócio.

Na manhã de sábado, dia 22 de dezembro, diversos meios de comunicação divulgaram explicações sobre a não concretização das terríveis profecias. Incluo abaixo um link do site do jornal O Globo, que divulga um vídeo produzido pela NASA. Vejam em:

Nasa explica porque o mundo não acabou – O Globo: O Globo.

Pelo alcance mundial e o impacto que teve no imaginário coletivo, considero essa “a boa notícia” do ano de 2012 e a incluo na minha dieta de notícias pelo seu impacto positivo global.

Ganhamos a oportunidade, todos nós, de poder continuar desempenhando o papel de coautores do nosso futuro, como nos sugerem as palavras de John Schaar que foi Professor Emeritus na Universidade da Califórnia , em Santa Cruz:

“The future is not some place we are going, but one we are creating. The paths are not to be found, but made. And the activity of making them changes both the maker and the destination.”

“O futuro não é um lugar para onde estejamos indo, mas um lugar que estamos criando. O caminho para ele não é encontrado, mas construído. E o ato de fazê-lo muda, tanto o realizador, quanto o destino.”

Bem-vindos ao seu próprio futuro!

Eduardo Leal
Foto da NASA – Terra Hemisfério Ocidental
Imagem true-color do Planeta Terra, mostra o continente americano como seria visto do espaço a 35.000 km acima da superfície da Terra. Os dados foram coletados pelo satélite “Terra” da NASA, por um período de mais de 16 dias. Os dados relativos às nuvens foram fornecidos pelo GOES – Geostationary Operational Environmental Satellite.

Terra